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| ECONOMIA |
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PRINCIPAIS ATIVIDADES ECONÔMICAS
Destaca-se a sojicultura. Na agricultura tem expressão também as culturas de milho e arroz. A pecuária é no sistema de cria, recria e corte. Prolifera a suinocultura. |
| OPORTUNIDADES DE INVESTIMENTO |
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Lucas do Rio Verde, tem hoje o título de município de melhor qualidade de vida do interior do Estado de Mato Grosso, concedido pela ONU Organizações das Nações Unidas, em 1.999.
-ótima estrtura fundiária 81% de área com até 500 ha;
-Ótimas condições de estradas vicinais;
Excedente de 33 MWA de energia;
-Amplo Distrito Industrial com incentivos e infra-estrtura;
-Polo de cotonicultura na Região Centro-Norte;
-08 Industrias do setor algodoeiro já instaladas;
-Maior produtor nacional de milho safrinha;
-Produz anualmente 224 mil toneladas de milho;
E ainda destaca-se no estado na produção de:
- Soja 480.000 ton;
- Arroz 86.400 ton;
- Algodão pluma 38.800 ton;
- Suínos 85 mil cevados/ano;
- Renda per capita superior a R$ 12.000,00;
- Taxa de Urbanização 76%;
- Primeiro município a colher soja no Brasil;
Município com melhores índices de produtividade de algodão de MT, chegando até 300 arrobas/ha;
- Grande oferta de milho e soja a um custo baixo para fabricação de rações;
Clima com duas estações bem definidas:
- Chuvosa: outubro e abril;
- Seca: maio-outubro
Temperatura agradável o ano todo com média de 25 graus;
- Altitude : varia de 360m a 440 m;
- Área plantada por ano 285.927ha;
- Relevo plano;
O município já se destaca com a produção de Uvas, com várias hectares plantadas. |
| GEOGRAFIA |
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FORMAÇÃO GEOLÓGICA
Coberturas não dobradas do Fanerozóico, Bacia Mesozóica Indivisa e Bacia Quaternária do Alto Xingú.
BACIA HIDROGRÁFICA
Grande Bacia do Amazonas.
CLIMA
Equatorial, quente e úmido, com 4 meses de seca, de maio a agosto. Precipitação anual de 2.000 mm, com intensidade máxima em janeiro, fevereiro e março. Temperatura média anual de 24º C, maior máxima 38º C, e menor 4º C. |
| HISTÓRIA |
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Origem Histórica - A denominação Lucas do Rio Verde é homenagem a Francisco Lucas de Barros, e ao Rio Verde, curso d’água que corta o território municipal, assim chamado pela cor esverdeada que apresenta.
Francisco Lucas de Barros foi um seringalista, desbravador de sertões. Este homem, afeito a rudeza da selva, via na extração do látex sua motivação de vida. Profundo conhecedor da região, teve seu nome perpetuado pela história ao emprestá-lo ao município de Lucas do Rio Verde.
O ponto onde está assentado o núcleo urbano abrigou, no início da década de 1970, o acampamento de obras do 9º BEC - Batalhão de Engenharia e Construção, por ocasião da abertura da rodovia Cuiabá-Santarém, a BR 163. Era o acampamento Lucas
Por volta de 1976, a Coordenaria Regional do Incra em Mato Grosso, iniciou a discriminação judicial da Gleba Lucas do Rio Verde, abrangendo um perímetro de mais de 210 mil hectares.
Em 1980, a área foi declarada prioritária para fins de reforma agrária, através de decreto federal, servindo de assentamento para famílias de agricultores vindos de Ronda Alta, no Estado do Rio Grande do Sul. Neste período o núcleo de povoação foi solenemente estabelecido em ata.
Posteriormente observou-se novo fluxo migratório, com gente dos Estados do Paraná e São Paulo. Com o progresso, foi criado o distrito de Lucas do Rio Verde, em agosto de 1985.
O município de Lucas do Rio Verde, cujo nome jamais foi alterado, foi criado em 4 de julho de 1988, através da Lei Estadual nº 5.318, com território desmembrado do município de Diamantino. |
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